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a 06 NOV 2013

FEC lança campanha de Natal Presentes Solidários

A Fundação Fé e Cooperação (FEC), organismo da Conferência Episcopal Portuguesa, lança hoje a 8ª edição da Campanha Presentes Solidários, com o objetivo de apoiar 11 causas solidárias em comunidades carenciadas de 8 países lusófonos.

Esta campanha foi criada em 2006 e tem-se vindo a repetir todos os anos, entre os dias 6 de Novembro e 6 de Janeiro, tendo já contribuído com mais de 23.000 presentes solidários, enviados para Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, que respondem a necessidades nas áreas da educação, saúde e infraestruturas.

   


Estes presentes, com base na informação recebida dos parceiros da FEC no terreno, atuam ao nível das necessidades mais prioritárias para as comunidades de cada um dos países e estão, a partir de hoje, disponíveis para a venda ao público no site oficial da campanha - www.presentessolidarios.pt

Este ano, a iniciativa é apadrinhada por Marcelo Rebelo de Sousa, D. António Couto, Alice Vieira, José Diogo Quintela, Maria da Glória Garcia, Guilherme de Oliveira Martins, António Monteiro, Pe. Tony Neves, Maria João Avillez, Pedro Rocha e Melo, Laurinda Alves, Fernanda Freitas, Miguel Arrobas, Inês Pupo e Gonçalo Pratas, personalidades que estão comprometidas com as 11 causas apoiadas nesta 8ª edição e que contribuem, desta forma, para a sensibilização e construção de um mundo mais solidário.

De acordo com o coordenador da campanha Emanuel Oliveira, "os Presentes Solidários são uma forma muito concreta de participarmos de forma generosa e ativa na construção de um mundo mais justo e mais fraterno. Cada um destes presentes representa uma vida repleta de esperança, capaz de superar as dificuldades do dia-a-dia com a generosidade de todos".

Desta forma, esta é uma oportunidade para que possam ser satisfeitas com sucesso algumas das necessidades destas comunidades vulneráveis, contribuindo de forma efetiva para a melhoria das condições de vida de tantas famílias com dificuldades que integram estes territórios. Para além disso, é também uma oportunidade para aproximar estes países e sensibilizar os portugueses para a importância de reconhecerem as suas responsabilidades, individuais e coletivas, na construção de um mundo mais equitativo.

(Artigo escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

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