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fonteOikos
a 01 JUL 2013

Oikos integra Rede de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico - RAPVT

O tráfico Humano representa, depois do tráfico da droga, a segunda fonte ilegal de lucro no mundo, e envolve cerca de dois milhões e oitocentos mil Seres Humanos (traficados para trabalho escravo, exploração sexual e venda de órgãos e tecidos). Esta rede, formalmente criada no dia 21 de junho, reúne ONG e Entidades Oficiais, num total de 22 parceiros, entre os quais a Oikos.

A RAPVT - Rede de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico é uma rede de cooperação e partilha de informação, coordenada pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), que tem como finalidade a prevenção, a proteção e a reintegração das vítimas de tráfico.

Esta rede, formalmente criada no dia 21 de junho de 2013, através da assinatura de um protocolo, reúne Organizações não-governamentais e Entidades Oficiais, num total de 22 parceiros, entre os quais a Oikos.

Tendo em conta que o tráfico Humano representa, depois do tráfico da droga, a segunda fonte ilegal de lucro no mundo, e envolve cerca de dois milhões e oitocentos mil Seres Humanos (traficados para trabalho escravo, exploração sexual e venda de órgãos e tecidos), e tendo ainda em conta que o seu combate requer uma intervenção integrada, não só no que se refere à aplicação da legislação, mas também no que diz respeito à prevenção e proteção das vítimas, a RAPVT terá a importante missão de disponibilizar uma resposta de intervenção em rede que integre as diferentes componentes do processo.

Com efeito pretende-se criar uma metodologia de intervenção multidisciplinar e especializada, nas vertentes do apoio jurídico, psicológico e social, de acordo com a área de trabalho de cada entidade parceira, proporcionado ainda o adequado encaminhamento das vítimas para outros serviços de apoio previamente identificados.

A ação da Oikos centrar-se-á fundamentalmente no desenvolvimento de ações de (in)formação destinadas, tanto ao público em geral, como a grupos específicos, nomeadamente jovens em idade escolar e profissionais que trabalham na área da prevenção e do combate ao tráfico de Seres Humanos.

A Exploração Laboral das populações mais vulneráveis e o Tráfico de Seres Humanos permanece em Portugal como uma realidade relativamente oculta. Reconhecendo a importância de tornar este tema cada vez mais presente enquanto objeto de reflexão por parte da sociedade, a Oikos tem vindo a trabalhar nesta questão desde 2003.

Consulte aqui o Protocolo na íntegra.
 

(artigo escrito ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico).

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