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porPedro Cruz
fontePlataforma
a 05 MAR 2013

Análise ao Relatório CAD-OCDE 2012

O CAD-OCDE concluiu em Dezembro de 2012 uma avaliação intermédia à Cooperação Portuguesa, que teve como objectivo acompanhar a implmentação das recomendações feitas na última Peer Review que ocorreu em 2010. 

A crise internacional e as reformas institucionais impostas pelo plano de resgate da troika condicionaram claramente a evolução da Cooperação Portuguesa nos últimos dois anos e consequentemente limitaram também o alcance da avaliação do CAD-OCDE e o próprio tom das suas conclusões.

Reconhecendo que o governo tem enfrentado um contexto muito difícil de gerir e partindo de um cenário em que, com a crise como justificação mais ou menos plausível, foram tomadas medidas no sentido contrário a várias das recomendações que constam da  Peer Review de 2010, a avaliação do CAD preferiu dar o beneficio da dúvida às politicas governamentais implementadas, renovando o incentivo para que, ao longo dos próximos dois anos, se passe de um plano de intenções, profusamente expressas ao longo do relatório, para um plano de concretizações reais.

Considerando as principais conclusões da avaliação, gostaríamos de partilhar uma leitura crítica que ultrapasse as limitações da linguagem política, inerentes a este tipo de relatório, e que sublinhe o que nos parecem ser os pontos principais a retirar deste processo.

Consulte o documento completo da Plataforma aqui.

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