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fontePlataforma
a 07 DEZ 2012

ONGD Portuguesas e a situação na Guiné-Bissau

As principais instâncias internacionais de que Portugal faz parte e não só – como NU, UE, UA, CPLP – condenaram o golpe militar de Abril passado, que levou ao poder as presentes Autoridades de Transição, que não são aliás reconhecidas por nenhuma das citadas instâncias.

Têm sido também publicamente denunciadas, tanto na imprensa, como por organizações guineenses e internacionais graves violações de Direitos Humanos, com restrições às liberdades de informação, manifestação e associação, perseguições politicas, práticas de tortura e de execuções extra judiciais, particularmente agravadas após acontecimentos reportados num quartel militar a 21 de Outubro e instalando um clima de medo.
 
Neste contexto, a Plataforma Portuguesa das ONGD, repudiando em absoluto a violação dos Direitos Humanos e o desrespeito pelos princípios democráticos na Guiné-Bissau, chama a atenção das suas associadas no sentido de não assumirem posições que se confundam com apoios a esta política, seja através do apoio directo à actual Autoridades de Transição seja às, poucas, organizações que a têm caucionado.
 

 

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