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a 11 JUL 2012

A APF associa-se ao movimento internacional de apoio à Cimeira do Planeamento Familiar

A APF - Associação para o Planeamento da Família, associa-se ao movimento internacional de apoio à Cimeira do Planeamento Familiar que amanhã terá lugar em Londres. Este importante evento é uma iniciativa do Governo do Reino Unido e da Fundação Bill & Melinda Gates juntamente com o UNFPA e outros parceiros internacionais, entre os quais Countdown 2015 Europe e Forum Europeu de Parlamentares.

De acordo com o governo do Reino Unido, através da UK Aid, a Cimeira de Londres vai centrar-se em matérias cruciais de Desenvolvimento, Saúde e Direitos Humanos apelando à mobilização política global para apoiar o direito de mais de 120 milhões de mulheres e raparigas nos países mais pobres do mundo, a terem acesso à informação, a serviços de contracepção e planeamento familiar, sem qualquer coerção ou discriminação até 2020.
 
A APF e outras 6 ONG Portuguesas ( ADDHU- Associação de Defesa dos Direitos Humanos, ANUP - Associação das Nações Unidas Portugal, Amplos – Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual e Identidade de Género, Bué-Fixe –Associação Juvenil, Mulher Migrante - Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade e Saúde em Português – Associação de Profissionais de Cuidados de Saúde dos Países de Língua Portuguesa) integram as 1305 entidades que subscreveram a carta endereçada a David Cameron e Melinda Gates, ontem publicada pelo Financial Times, que também produziu um relatório especial para esta cimeira ( Financial Times Special Report on Sexual and Reproductive Health) .
 
A Cimeira de Londres, tem lugar amanhã, véspera da 1ª reunião do Fórum da Cooperação Portuguesa presidido pelo Secretário de Estado da Cooperação e a poucos dias da Cimeira da CPLP.
 
Neste contexto, a APF lamenta a ausência do Governo Português nesta Cimeira, e apela ao Ministro dos Negócios Estrangeiros e ao Secretário de Estado da Cooperação, às agências de Cooperação Portuguesa, à Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros, bem como as organizações e entidades da sociedade civil, para que possam em tempo útil olhar para esta temática e inclui-la entre as suas prioridades de ação, não esquecendo a imagem de Portugal e os compromissos internacionais firmados pelo Estado português.
 
A crise económica e financeira não pode ser o pretexto para não se evitar que mais de 250.000 mulheres dos países em desenvolvimento morram anualmente por falta de cuidados e serviços de Planeamento Familiar.
 
A crise económica e financeira não pode ser o pretexto para não se evitar que mais de 250.000 mulheres dos países em desenvolvimento morram anualmente por falta de serviços de Planeamento Familiar e Saúde Reprodutiva. Podemos e sabemos fazer melhor não há razão para ficar em silêncio; a APF lembra que estas mortes (evitáveis) são custos afectivos, mas também efectivos muito gravosos ao nível da organização e economia das famílias e países; o silêncio do governo nesta matéria não é admissível.
 
Para mais informações consulte:
http://www.londonfamilyplanningsummit.co.uk/  
European Parliamentary Forum on Population and Development (EPF)
http://www.countdown2015europe.org/fpsummit/  
www.unfpa.org  
http://www.ft.com/cms/16f25eae-c712-11e1-943a-00144feabdc0.pdf  
www.apf.pt  

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