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a 09 JAN 2012

Eritreia dá exemplo na luta contra a morte materna durante o parto

O Pnud louvou a nação africana pelos progressos feitos na redução da mortalidade materna; Eritreia passou de país com mais elevada taxa de mortalidade a uma das melhores alunas.

Joyce de Pina, da Rádio ONU em Nova Iorque.
 
A natureza rural da Eritreia faz com que o acesso das mulheres grávidas aos cuidados básicos de saúde prenatal seja difícil. As estradas e os transportes também não facilitam na hora de dar à luz.
 
A nação africana estava na lista dos países com maior taxa de mortalidade materna durante o parto, com 1400 mortes por cada 100 mil nascimentos.
  
Treinar Parteiras
Como a maioria dos partos ocorria sem assistência médica ou de profissionais preparados, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud, criou programas de treino para profissionais que dão assistência às parturientes.
  
Esses programas procuravam, em especial, candidatos oriundos de áreas de mais difícil acesso. Estes eram treinados nas línguas e dialetos locais e preparados para situações difíceis.
 
Sucesso
Hoje em dia, de acordo com o Pnud, a Eritreia é um dos quatro países africanos bem alinhados com quinto Objectivo do Milénio sobre saúde materna.
 
A nação deverá conseguir, até 2015, reduzir em ¾ a taxa de mortes de mães durante o parto, o que, para o país, representa menos de 350 mulheres mortas em cada 100 mil nascimentos.
 
Mas não só o Pnud teve um papel na redução da mortalidade materna no país. O resultado deve-se a um esforço concertado entre o governo local, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, a Organização Mundial da Saúde, o Fundo de População das Nações Unidas e o Pnud.
  
Mais informações:
http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2012/01/eritreia-da-exemplo-na-luta-contra-a-morte-materna-durante-o-parto/

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