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a 15 SET 2010

Ajuda a países pobres: Governo recua nas metas da APD

“Os constrangimentos orçamentais são reais e não permitem imaginar o cenário ideal, de se chegar aos 0,70 em 2015, ou aos 0,39 [meta intermédia] num calendário mais próximo”, admitiu João Gomes Cravinho, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, em entrevista à Lusa.

Aumentar a contribuição de Portugal para a ajuda pública ao desenvolvimento (APD) para atingir a meta internacional “implicaria um aumento de tal forma forte, de agora até 2015, que não está nos horizontes da atual legislatura”, reconhece o secretário de Estado da Cooperação.
 
Portugal contribuiu este ano para a ajuda ao desenvolvimento com 0,23 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), o que corresponde a 380 milhões de euros, quando a meta internacional se situa nos 0,70 por cento.
 
“Os constrangimentos orçamentais são reais e não permitem imaginar o cenário ideal, de se chegar aos 0,70 em 2015, ou aos 0,39 [meta intermédia] num calendário mais próximo”, admitiu João Gomes Cravinho, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, em entrevista à Lusa.
 
Diário Digital com Lusa (
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=2&id_news=143552)

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