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porPlataforma e CPADA
fontePlataforma e CPADA
a 25 SET 2017

Organizações da Sociedade Civil pedem aos líderes mundiais mais ação na concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Hoje, dia 25 de Setembro, comemora-se o 2º aniversário da aprovação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pelas Nações Unidas (ONU). Para assinalar esta data, centenas de Organizações da Sociedade Civil (OSC), que representam milhares de cidadãos e cidadãs de todo o mundo, erguem a sua voz para pedir contas sobre o que está a ser feito para implementar a Agenda 2030 e pedir mais ação para a concretização dos ODS (#ACT4SDGs). 

Através da campanha We the People ACT4SDGs, milhares de ativistas, cidadãs e cidadãos mobilizam-se nesta data em diversos eventos por todo o mundo: em Manila, Buenos Aires, Bruxelas, Cidade do México e Nairobi, para chamar à atenção sobre a importância dos ODS, sublinhar os problemas e as diferentes realidades locais e apelar aos governos para que cumpram os compromissos que assumiram ao aprovar a Agenda 2030.

A 25 de Setembro de 2015, 193 líderes mundiais aprovaram uma agenda global para todos os cidadãos e cidadãs que pressupõe a adoção de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os ODS são um apelo universal para uma ação comum que responda aos complicados desafios atuais que o mundo enfrenta: aumento das desigualdades, migrações forçadas, escalada de conflitos, alterações climáticas, entre muitos outros.

Portugal apresentou, em Julho deste ano, nas Nações Unidas um Relatório Voluntário que faz um Ponto de Situação sobre a implementação dos ODS a nível nacional e que demonstra vontade política para efetivamente os atingir até 2030. No entanto, falta agora passar do papel à prática criando, por exemplo, um Plano Global de Ação que crie espaços concretos de participação e envolvimento da Sociedade Civil, Setor Privado e Academia, num esforço conjunto absolutamente necessário para que se cumpram objetivos tão ambiciosos e para que se consiga cumprir o lema da Agenda 2030 “Não deixar ninguém para trás!”. O seu cumprimento passa por todos e cada um de nós, o que pressupõe sobretudo que não nos deixemos ficar para trás. Temos todas e todos que, à nossa escala, desempenhar o nosso papel.

 

* Artigo escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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