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a 19 AGO 2010

Falta uma estratégia para coordenar ajuda humanitária

Portugueses são solidários mas a falta de uma estratégia para a coordenação da ajuda internacional dificulta que os apoios cheguem a quem precisa.

Em Portugal é urgente uma estratégia para a coordenação da ajuda internacional, diz João Martins, da Plataforma das Organizações não Governamentais para o Desenvolvimento, no Dia Mundial da Assistência Humanitária, assinalado pela ONU.
 
Os portugueses são solidários, mas muitas vezes por falta de coordenação, a ajuda não chega a quem mais precisa. Perante a notícia de uma tragédia em qualquer canto do mundo, as pessoas mobilizam-se, começam a surgir apelos de donativos, mas muitas vezes instala-se o caos, porque falta coordenação e comunicação entre Organizações Não Governamentais, refere João Martins.
 
“Deveríamos delinear uma estratégia nacional para ajuda humanitária, para que quando exista uma situação de catástrofe, todos já soubéssemos o que é que cada um teria de fazer e a quem recorrer, que recursos cada um poderia disponibilizar. Essa estratégia deve ser delineada entre os vários organismos da sociedade civil que trabalham na área e também pelo Estado”, considera este responsável.
 
A Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) representa 57 organizações portuguesa e trabalha principalmente com os PALOP e Timor. 
 
Áudio: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=116742
   
Fonte: Rádio Renascença

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